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8 de jun. de 2020

A Minha Rede Funciona... e a Sua?

No dia 05/06/2020, minha família e eu completamos três meses em casa! Saímos muito raramente para fazer compras. Afortunadamente, nós temos condições de nos manter em isolamento e fazer a nossa parte para não proliferar o vírus entre as pessoas do nosso convívio.


Mas, para quem me conhece, sabe que é muito difícil estar afastado das pessoas. Sou um "animal social", que gosta muito de encontrar com amigos(as) e colegas de profissão. Sempre dediquei um tempo considerável da minha agenda para trabalhar o meu Networking. Não é para menos. Há mais de 10 anos, eu estudo esse tema com muita dedicação!

Comecei a me interessar pelas teorias por trás das relações interpessoais na época em que minha rede mais cresceu. Eu fiquei intrigado para saber os motivos pelos quais eu conseguia me conectar com profissionais de toda América Latina apenas acionando os(as) amigos(as) que faziam parte da minha rede, até então limitada.

Quanto mais eu lia sobre o tema "Social Network", mais eu me apaixonava! Afinal, eu aplicava na prática os conceitos que eu aprendia e os resultados eram imediatos e duradouros. Eu sinto muito orgulho de conseguir manter relacionamentos próximos com tantas pessoas que já passaram pela minha vida profissional e pessoal.

Essa paixão pelo tema Networking me motivou a criar, em 2010, uma marca para dar identidade ao que estava surgindo. No início, desenvolvi este blog, ainda com a marca Network-4-Sales, para publicar artigos relacionados a este assunto super interessante.

O interesse foi tão grande, que, já no ano seguinte, comecei a compartilhar meus conhecimentos em palestras. Sempre contando com a ajuda de amigos, fui convidado a apresentar meu conteúdo em várias empresas e instituições de renome.

Com o passar dos anos, o interesse do público não era mais apenas voltado ao Networking para Vendas. Para dar mais abrangência, a marca foi atualizada para YourNetWorks.

Fui desenvolvendo metodologias próprias para auxiliar na aplicação dos conceitos que eu havia aprendido e também com toda bagagem acumulada com centenas de horas de trocas de experiências com os participantes dessas palestras. O conteúdo já era tão vasto que desenvolvi um workshop para ensinar na prática a metodologia M.E.E.T.!

Com o início da pandemia, trancado em casa e sem poder me encontrar pessoalmente com as pessoas, dediquei meu tempo e energia para tirar do papel um projeto que estava engavetado há anos - um treinamento virtual, completamente audiovisual, no qual eu pudesse levar o conteúdo condensado do workshop para o mundo todo! Contei, mais uma vez, com o apoio dos amigos mais próximos para ter todos os recursos para elaborar um material de alta qualidade.

Dediquei mais da metade dessa quarentena ensaiando, gravando as aulas, preparando os slides, editando, e produzindo o treinamento "Networking Efetivo - Guia Prático para a Sua Rede Funcionar". Hoje, justamente quando completo 3 meses de quarentena, conseguiu lançar esse conteúdo a YourNetWorks na Hotmart, maior plataforma de treinamento online do Brasil!

Eu estou extremamente feliz com o lançamento bem-sucedido deste novo projeto. E ainda mais feliz com toda ajuda e feedbacks positivos que recebi de vários(as) amigos(as)!

Caso você queira saber mais sobre esse treinamento, que desenvolvi sozinho com muito amor e suor, te convido a assistir o vídeo promocional a seguir. Se você assistir esse treinamento, você vai entender por que a minha rede de relacionamento funciona! E a sua, funciona?





26 de jul. de 2014

Qual foi o verdadeiro legado deixado pela Copa das Copas no Brasil?


Há 7 anos, quando o Brasil foi anunciado pela Federação Internacional de Futebol (FIFA) o país-sede da Copa do Mundo, os mais otimistas exaltavam os benefícios que um dos maiores eventos esportivos do mundo traria para o País. Aeroportos super modernos, sistemas viários eficientes, impacto positivo na economia com a chegada de turistas de todas as partes do planeta eram apenas algumas das esperanças dos brasileiros. Passadas algumas semanas do final da Copa das Copas, o qual foi realmente o legado para as pessoas que receberam tão bem os turistas? É sabido que nossos aeroportos foram remendados às pressas. As obras de mobilidade urbana ficaram inacabadas em todas as cidades, sem falar nos orçamentos estourados por conta de superfaturamentos e escândalos de corrupções. A economia quase parou nos meses de Junho e Julho. Empresas deixaram de investir no Brasil e a população, receosa do que está por vir, deixou de gastar.
Se quase nada do que se esperava foi concretizado, podemos afirmar que esse megaevento esportivo não deixou nada de bom para o povo brasileiro? Será que tudo não passou de um desperdício enorme de recursos públicos, que serviram apenas para entreter os poucos bem-afortunados que tiveram condições financeiras de prestigiar as partidas nos estádios colossais construídos especialmente para o Mundial? Felizmente, nem tudo foi negativo. Além dos estádios, que o Governo promete ter retorno do investimento com outros eventos não-esportivos, a Copa do Mundo da FIFA Brasil 2014 deixou algo totalmente intangível, mas de enorme valor – uma troca intensa de culturas entre visitantes e visitados. Mais de 600 mil pessoas de 186 países desembarcaram no Brasil em busca de experiências inesquecíveis ao longo de pouco mais de um mês de campeonato.
Vou usar a minha Cidade Natal como exemplo de interação com os turistas. A cidade de Santos-SP, já acostumada a receber estrangeiros nos seus famosos cruzeiros marítimos, recebeu as Seleções do México e da Costa Rica, enquanto a vizinha Guarujá hospedou a Bósnia-Herzegovina. Além de torcedores vindos desses 3 países, as cidades do litoral paulista também receberam turistas de outras partes do mundo, que encontraram nessa região boa mobilidade para viajar pelo Brasil. Imagine como foi rica a troca de experiências entre esses milhares de visitantes com a população local. Muitos habitantes dessa região jamais teriam a oportunidade de conhecer “in loco” a cultura de outros Países. Entretanto, com essa convivência prolongada, eles puderam conhecer melhor os costumes e hábitos desses visitantes sem ter que sair de casa.
Esse laço cultural fica ainda mais forte com o uso globalizado das redes sociais. Uma amizade que começou na praia pode durar por anos com a sensação de proximidade criada pelo mundo virtual. Visitantes e visitados continuarão trocando experiências, não apenas culturais, mas sociais pelas comunidades virtuais. Milhares de conexões interpessoais inusitadas criadas em torno dessa Copa formaram novas redes de relacionamentos improváveis que não seriam possíveis sem um evento desse porte em nosso País. Essas redes também formaram ambientes de colaboração pessoais e profissionais que desconhecem fronteiras e nem barreiras de idioma. Uma relação pessoal que começou em uma cidade que nem era sede da Copa pode se transformar em muito mais que uma simples amizade. A proximidade entre profissionais que não se conheceriam sem a interferência desse evento esportivo pode se transformar em uma parceria de negócios muito promissora.
Por tudo isso é que podemos afirmar que um dos maiores legados deixados pela Copa das Copas não pode ser visto, visitado ou medido. O networking entre nações não pode ser tirado de você e é uma riqueza adquirida sem que você tenha pago nada por ela (pelo menos, não diretamente). Por isso, se você foi um dos felizardos que experimentou essa saborosa mistura cultural, não deixe essa oportunidade morrer. Se conecte e faça um bom uso do networking da Copa!
 

12 de dez. de 2013

Por que o networking é tão importante na recolocação profissional?


Só existem três lugares onde todas as pessoas são perfeitas - no Currículo, nas redes sociais, e no epitáfio, frases escritas sobre túmulos. Você já viu alguma lápide de um homem que não tenha sido afetuoso, honesto e trabalhador? Já viu a página de uma amiga no Facebook onde ela aparece feia e maltrapilha nas fotos do perfil? E por acaso já recebeu um CV que fale dos erros, defeitos e tropeços de um profissional? Claro que as respostas são "não, não e não"!

Se coloque no lugar de um headhunter, de um profissional de RH ou de um recrutador. Você só recebe um Curriculum Vitae, que em Latim significa "Trajetória de Vida", contendo apenas com os feitos maravilhosos de um candidato. Como você saberia por esse frio pedaço de papel que está chamando o profissional mais adequado para um processo seletivo? Mesmo conversando com as referências profissionais indicadas pelo candidato, como você teria certeza que estão sendo sinceros? Afinal de contas, foi o próprio candidato quem os indicou e os preparou para falar bem dele.

Agora que você entendeu o lado do entrevistador, consegue imaginar como muitas vezes você nem chega a ser chamado para uma vaga que é "a sua cara". Infelizmente, não vivemos em um mundo cor de rosa, onde somente nossos méritos são considerados. O Educador, Filósofo e Professor Mário Sérgio Cortella, a quem devo a inspiração por esse texto, explica em suas palestras que um entrevistador deveria pedir ao candidato o seu "Curriculum Mortis", onde estejam listadas todas as falhas, erros, fraquezas e tropeços que ele eventualmente teve durante a sua vida profissional. Segundo o Professor, entendendo como essa pessoa lidou com essas frustrações é que se descobre como ela reagirá aos desafios futuros.

Então, se existe uma barreira enorme de desconfiança entre candidato e empregador, como transpor esse obstáculo? Como demonstrar credibilidade para aumentar a sua empregabilidade? A resposta passa pelo networking! Sabemos que todas as pessoas do mundo estão separadas por no máximo seis graus de distância. Se estamos falando de um segmento específico de mercado então, é certo que não existam mais que 3 passos entre o dono de uma vaga e você! Então, sua primeira tarefa é descobrir quem são essas pessoas que podem te conectar ao emprego dos seus sonhos.

Descoberto quem pode fazer essa ponte, é hora de fazer o seu networking funcionar. O mais importante é que essas pessoas estejam ativas na sua rede para que não se sintam usadas por você. A última coisa que você quer parecer nesse momento é uma pessoa interesseira. Agora, se você deixou sua rede de contatos adormecida durante todos os seus áureos anos de carreira, você colher exatamente o que plantou. Há muito o que se falar nesse sentido. Para entender melhor o que fazer nessa situação, leia o artigo "Perdeu o emprego? Será tarde para começar a trabalhar o networking?"
(http://network4sales.blogspot.com.br/2012/08/perdeu-o-emprego-sera-tarde-para_28.html)

Em resumo, a dica é para não deixar para amanhã o que era para ter sido feito anteontem. Ative imediatamente sua rede de relacionamentos para que ela possa trabalhar a seu favor quando o assunto for uma recolocação profissional. O mais importante é entender que o networking é uma via de mão dupla. Não espere ser ajudado se você nunca se prontificou a ajudar ninguém, não só quando o assunto é carreira. Para entender melhor, confira seis dicas importantes no artigo "Será que o networking pode mesmo ajudá-lo a conseguir um emprego?"
(http://network4sales.blogspot.com.br/2010/11/sera-que-o-networking-pode-mesmo-ajuda.html).

O fato é que se você conseguiu pavimentar o caminho até o novo emprego, isso só foi possível porque todas as pessoas nessa trajetória acreditam em você e no seu potencial. Essa contribuição voluntária e verdadeira é a melhor recomendação profissional que alguém pode receber. E nela, pode ter certeza, qualquer recrutador pode acreditar. Confie em você, confie no seu networking!!!

2 de set. de 2013

Sabe como os smartphones estão reduzindo a distância entre as pessoas?


Os dispositivos móveis inteligentes, mais conhecidos como smartphones, são dotados de inúmeras funções e potencializados por um sem-fim de aplicativos. Entretanto, se pudéssemos comparar o smartphone com um animal, ele seria um pato. O pato tem asas, mas não voa como uma gaivota; tem nadadeiras, mas não nada como um pinguim; tem pernas, mas não corre como um avestruz; tem penas, mas não são bonitas como de um pavão; tem bico, mas não come como um pelicano; e a carne do seu corpo não é saborosa como a de um peru. O aparelho dito "inteligente" tem aplicativos de produtividade, mas não funcionam como um computador; tem câmera, mas não tira fotos e nem faz vídeos como as profissionais; tem músicas, mas não toca como um sistema de som; tem GPS, mas não é tão eficiente quanto um navegador; tem jogos, mas não tem os recursos de um videogame; e assim por diante.

Apesar de não ter o melhor de cada dispositivo, é o único que reúne todos esses recursos em um equipamento portátil. Por tudo isso é que os smartphones são os mais novos objetos de desejo dos consumidores de todas as classes sociais brasileiras. O Brasil já é o quarto país do mundo em número de smartphones no mundo. São 70 milhões desses aparelhos multifuncionais nas ruas. Ter um smartphone chega a ser uma questão de sobrevivência, principalmente para quem depende de mobilidade no seu trabalho. A conectividade oferecida por esse dispositivo confere aos usuários mais facilidades na rua do que dentro da empresa, onde existem limitações de uso dos computadores impostas pelas corporações.


Para ter uma ideia de como esses "aparelhinhos" reduziram a distância entre as pessoas no mundo, vamos analisar a realidade entre hoje e 50 anos atrás. Na década de 1960 as pessoas interagiam com frequência apenas com quem fazia parte do seu estreito círculo de amizades. Os amigos mais distantes só eram contatos por telefone fixo, cujas chamadas eram caras e a comunicação era precária em muitas regiões. As cartas eram, então, uma das poucas opções de contato viável com quem estava longe. Em uma semana típica, uma pessoa interagia com no máximo 100 pessoas diferentes. Vale ressaltar que naquela época o mundo era menos populoso. Tinha somente cerca de 3 bilhões de habitantes, menos da metade do que temos atualmente.

Hoje em dia, um usuário de smartphone consegue facilmente interagir pelas redes sociais com mais de 1.000 pessoas do seu network cada vez que posta uma foto pelo Instagram, que é automaticamente replicada pelo Facebook, Twitter, Flickr, Tumblr e Foursquare. Em uma semana qualquer, esse usuário consegue interagir com mais de 10.000 pessoas, ou seja, pelo menos 100 vezes mais que há 50 anos atrás. Essa conectividade faz com que a distância entre os 7 bilhões de habitantes no mundo de hoje seja cada vez menor e o networking se torna cada dia mais fácil!

A cada dia surge um novo aplicativo que estimula a interação entre pessoas através dos smartphones. Além das redes sociais, tais como Google+ e LinkedIn, que fazem com que os membros estejam constantemente em contato, existem ainda outras ferramentas que visam ampliar o alcance da sua rede de relacionamento. Através do smartphone, um blogueiro pode divulgar o seu trabalho pelo Blogger, maior provedor de serviços de blog. Pelo smartphone um usuário pode ainda postar um vídeo no YouTube e alcançar milhões de outras pessoas. Outro aplicativo popular nos smartphones é o Waze, rede social onde os participantes colaboram entre si para passar dicas de trânsito. Essa interação permite que você conheça pessoas novas que estejam no seu caminho, conversando com elas pelo próprio aplicativo no aparelho.

Esses dispositivos são tão inteligentes, mas tão inteligentes, que funcionam até como telefone. Aliás, se não estivesse no nome do aparelho, era capaz dos usuários de smartphone se esquecerem disso. 

19 de ago. de 2013

Sabia que um network sem atividade é o mesmo que uma rede elétrica sem energia?


Imagina que você acabou de construir uma casa e nela instalou uma rede elétrica com centenas de metros de fios e cabos para levar energia para inúmeras lâmpadas e equipamentos ligados nas tomadas. Esses fios passam por diversas caixas, que podem ser de distribuição ou apenas caixas de passagem. Nesse caminho também estão os disjuntores e os interruptores. Depois de tudo instalado, você descobre que a Distribuidora de Energia não ligou o circuito da sua nova casa no poste. É muito frustrante, não é? De que serve um sistema elétrico novinho em folha, todo interligado, pronto para funcionar, se não existe nada passando por ele?

Com o networking ocorre a mesma coisa. Cada indivíduo na sua rede de relacionamentos funciona como um dos componentes de um sistema elétrico. Seus amigos e colegas são as tomadas e os soquetes das lâmpadas. Aqueles que te ajudam a se conectar com novas pessoas são as caixas de passagem. As caixas de distribuição são aqueles amigos que  te apresentam a muitas pessoas interessantes. Em networking, chamamos essas pessoas de hub (ver artigo http://network4sales.blogspot.com.br/2011/03/voce-sabe-reconhecer-um-hub-e-por-que.html). Os interruptores e disjuntores são aquelas pessoas que podem ajudá-lo quando estão ligados, ou seja, estimulados. Por outro lado, você não pode contar com elas quando estão desligadas, ou seja, quando essas pessoas não se lembram que você existe.
   

E é justamente para que essa rede funcione perfeitamente que existe a metodologia M.E.E.T., criada pelo Network-4-Sales. Para que fique mais claro, vamos recapitular as três primeiras etapas da nossa metodologia e compará-las a implementação de um projeto de uma rede elétrica:
1) Mapear sua rede primária = Fazer o projeto elétrico da casa
2) Encontrar seus contatos = Passar todos os fios pelos dutos e caixas
3) Expandir sua rede de relacionamentos = Instalar as tomadas e soquetes das lâmpadas

Para que você tire o melhor proveito do seu networking, é muito importante que essa metodologia seja seguida passo-a-passo, sem pular e nem inverter nenhuma etapa. Não tente instalar um rede elétrica sem um projeto, pois tem grandes chances de não funcionar! Só depois de todas as etapas cumpridas que você pode ligar a rede no poste, ou seja, você pode partir para a quarta etapa da metodologia M.E.E.T. - Trabalhar o Networking!

Um dos erros mais comuns em networking, é partir diretamente do passo 4 sem ter construído uma base sólida para se relacionar com os seus contatos. A maioria dos profissionais que dependem de relacionamento, como por exemplo os executivos de vendas, tem sua receita "caseira" para se manter em contato com sua rede. Esses profissionais cometem o erro clássico de colecionar contatos, mantendo-os em uma rede social qualquer como se fosse um álbum de figurinhas.

Outra prática pouco efetiva em networking é tratar todos da sua rede da mesma forma, transmitindo a mesma mensagem à todos. Está mais que comprovado que uma fórmula não funciona para todas as pessoas da mesma forma e por isso não trás o mesmo resultado. Um dos motivos para tal ineficiência é que seu network é formado por pequenos grupos, cada qual com uma percepção diferente sobre você e esperam algo distinto de você.

Esse equívoco leva a outro muito comum. Quem já falou o que não devia nas redes sociais e depois se arrependeu, tende a desaparecer desse mundo virtual. Ficar ausente, invisível aos olhos dos seus amigos e colegas é muito pior. Como sempre falamos aqui, quem não é visto não é lembrado! Existem diversas formas de você estar presente na mente dos seus contatos sem se expor demais e passando uma imagem verdadeira sobre quem é você. Essas dicas vamos ver no próximo post do Network-4-Sales. Fique ligado! Essa energia não pode faltar na sua rede!

25 de jun. de 2013

Você sabe contra o que está protestando ou está somente seguindo a multidão?

Poucos acreditavam que as manifestações populares durariam tanto tempo e tomariam as proporções alcançadas. Todos os dias, milhões de pessoas vão para as ruas marchar contra a corrupção, falta de segurança, baixa qualidade da saúde e da educação, entre diversos outros males que afligem a população brasileira por anos. Há de se ressaltar a importância das redes sociais na mobilização dessas multidões.

A exemplo do que ocorreu na revoluções no Egito, Líbia e outros países contra os regimes autoritários do Oriente Médio e do norte da África (ver texto http://network4sales.blogspot.com.br/2011/03/o-que-as-redes-sociais-tem-ver-com-os.html), as manifestações foram articuladas principalmente pelo Facebook, inicialmente em torno do Movimento Passe Livre, que pedia a revogação dos 0,20 centavos de aumento nas tarifas do transporte público em São Paulo. Logo elas tomaram o País e o mundo, graças à presença da imprensa internacional que cobre a Copa das Confederações.

Mas será que essas manifestações terão algum resultado prático? Além dos R$0,20, existe uma reinvindicação concreta da população? Contra quem essas pessoas estão se rebelando? Ao que parece, são muitos pedidos sem um objetivo claro, sem ter uma pessoa ou instituição para negociar. Muito se ouve nos protestos a frase “Não sei o que eu quero, mas sei o que eu não quero!”. Isso acontece porque várias pessoas estão nas ruas somente para acompanhar os amigos. Um indivíduo, usando as redes sociais, convida as pessoas próximas da sua rede de relacionamentos. Esses convidam outros e mais outros e todos combinam de se encontrar no mesmo local e hora para participar de um encontro de jovens eufóricos, como se fosse uma grande “rave”.

Estudos sobre o comportamento humano mostram que todas as pessoas têm um determinado nível de tolerância ou aderência aos movimentos coletivos. Por exemplo, se você vê uma pessoa correndo nua pela rua, vai pensar que ela está maluca. Se presenciar 100 pessoas protestando totalmente sem roupa, vai pensar no motivo que está levando esses indivíduos a essa condição. Talvez uma pessoa ao seu lado se sensibilize com esse ato de 100 manifestantes despidos e decida tirar a roupa e se juntar à multidão. Se outras 900 pessoas tiverem nesse mesmo nível de aderência, o protesto já vai ter mais de 1.000 “peladões e peladonas” nas vias públicas. Se esse for o seu nível de tolerância, você vai finalmente se despir e correr nú “pra galera”. 

O ponto positivo desses encontros é que esses jovens, que chegam nas manifestações sem maiores pretensões, acabam se contaminando com a energia positiva de quem está lá realmente com um propósito. Com isso, jovens que antes eram totalmente alienados, passam a ser um pouco mais politizado. Ainda assim, se você abraça uma causa única não significa que todos ao seu redor esteja em torno da mesma causa. No meio das passeatas existem pessoas partidárias do PT e dos programas sociais do Governo. Existem também pessoas totalmente contrárias ao partido da Presidente e às suas medidas populistas. Há manifestantes contra a qualidade do transporte público e há quem nunca tenha entrado em um ônibus. Tem gente que é contra a corrupção, mas vive se dando bem com o “jeitinho brasileiro”. Portanto, em termos práticos, não há como atender à todos os pedidos vindo das ruas. A satisfação de muitos representa a insatisfação de outros tantos.

Para que a população seja ouvida, todos devem se juntar contra a causa-raiz de todos os maus. A falta de qualidade do serviços públicos, seja eles na saúde, segurança, educação, transportes, em geral, ocorrem por falta de investimentos maciços por parte dos Governos Federal, Estadual e Municipal. A falta de investimento não acontece por falta de arrecadação e sim por má alocação de recursos. Se dinheiro há, o problema é onde ele vai parar. Chegamos então à corrupção, que é o desvio do dinheiro público em benefício de poucos que estão no comando. Já falamos muito sobre isso aqui no Network-4-Sales, como no textoSe a ocasião faz o ladrão, o que é preciso para fazer a corrupção?” (link http://network4sales.blogspot.com.br/2011/08/se-ocasiao-faz-o-ladrao-o-que-e-preciso.html)

Se essa verba fosse integralmente investida no setor público, com certeza teríamos melhor qualidade de atendimento. Mas não é essa a causa-raiz de todos os problemas que estão levando o povo a se rebelar. O “câncer” do Brasil é chamado IMPUNIDADE! Sim, a falta de punições exemplares a quem não cumpre as Leis é o maior de todos os problemas da nação! A falta de punição é que leva à falta de segurança, afinal quem comete o crime pode ser pego, até pode ser julgado, mas dificilmente será punido a ponto de se arrepender pelo que fez. A impunidade é o que estimula corrupção, ao desvio de recursos, ao super-faturamento, não apenas no setor público, mas também no privado. Também é a falta de penalizações duras que estimula o “jeitinho brasileiro”, seja o “café do guarda”, o “gato-net”, o “fura-fila”, entre muitas outras maneiras de levar vantagem sobre os outros menos favorecidos.


Para compensar todos esses desvios, de recursos e de caráter, é que pagamos mais impostos, pagamos por produtos e serviços mais caros do que em qualquer parte do mundo. Tudo isso gera prejuízo à nação. Tudo isso aumenta o custo-Brasil. Tudo isso tira recursos dos serviços públicos. Ninguém tem dúvida que somos um País rico. Agora só nos falta ser um País do Bem! É contra isso que todos nós devemos lutar. Punindo quem faz mal, teremos tudo que nos faz bem! Junte os amigos da sua rede de relacionamentos em torno do que realmente vale a pena lutar!

20 de mai. de 2013

Sabia que o networking é uma atividade apaixonante?


Todos os dias você tem oportunidade de conhecer inúmeras pessoas novas, pode ser em situações rotineiras ou em eventos sociais; pode ser ao acaso ou de forma planejada; pode ser em um elevador ou em uma reunião de negócios. O problema é que, desafortunadamente, desse imenso mundo de oportunidades que passa todo dia por nós, somente algumas poucas pessoas entrarão na sua rede de relacionamentos.

Você já aprendeu aqui no Network-4-Sales que expandir sua rede secundária é até mais importante do que ter uma rede primária funcionando. Sua rede primária, aquela composta por pessoas que você já conhece, tem um potencial limitado para o seu networking. Em outras palavras, você já sabe até que ponto ela poderá auxiliá-lo a conseguir o que precisa. Já a sua rede secundária, composta pelos amigos dos seus amigos e novas pessoas, tem um potencial inimaginável. Cada novo membro que você adiciona à sua rede agrega muito valor à sua vida pois traz com ela novas experiências, características únicas e uma rede de contatos inexplorada por você.

Mas porque não conseguimos manter relações duradouras com mais gente que passa por nossas vidas? E pior, porque não conseguimos que esses novos contatos se mantenham ativos com o tempo e com isso não conseguimos nos beneficiar com esse networking? A resposta é a Paixão (ou a falta dela).

Quando você conhece uma nova pessoa que te atrai, seu desejo, quase instintivo, é de estreitar e prolongar essa relação. As pessoas que não te dispertam interesse no primeiro encontro acabam ficando pelo caminho e nunca farão parte da sua rede de relacionamentos. À medida que você conhece melhor aquela pessoa e descobre que tem uma paixão em comum, você certamente buscará um meio para manter o contato com ela. E se não consegue manter o contato, você fica irriquieto, passa a investigar, pesquisar, explorar, buscar quaisquer pistas que te levem a tal pessoa.

Então eu pergunto - se você é capaz de tantas proezas para encontrar uma paixão, por que não tem a mesma determinação com todas as demais pessoas que passam pela sua vida? Se você soubesse, já no primeiro encontro, que aqueles indivíduos pudessem fazer a diferença no seu networking, você não teria com eles o mesmo comportamento de uma pessoa apaixonada? E é aí que está o erro! Praticamente todas as pessoas que você “descartou” poderiam ser chaves que abririam inúmeras oportunidades tanto pessoais quanto profissionais para você em algum momento da sua vida.

Para não deixar que você continue perdendo oportunidades como essas, gostaria de compartilhar dicas valiosas para você crescer a sua rede secundária em eventos e outros encontros sociais de forma planejada e organizada. Assim, você conseguira tornar seu networking uma tarefa efetiva, mas também divertida:

  • Defina objetivos atingíveis – Ser responsável pelo que você não controla é muito estressante. Então, antes de sair para um evento, defina objetivos que você controle, como por exemplo “Vou falar sobre o meu projeto com no mínimo 4 pessoas” ou “Vou conversar com 5 ou mais pessoas que eu não conheço”;
  • Tenha um discurso de elevador – O que você falaria para o Presidente da sua empresa se o encontrasse no elevador e tivesse 30 segundos de atenção dele? Se você não se preparou para esse momento, dificilmente terá algo bem estruturado em mente. Para nunca mais ser pego desprevinido, você deve ter na ponta da língua um “discurso de elevador”, ou seja, um resumo de até 30 segundos daquele negócio que você está trabalhando ou do produto que está tentando vender;
  • Esteja sempre pronto para se vender – Nunca vamos a eventos para trabalhar, mas as oportunidades aparecem quando menos se espera. Seu objetivo não é convencer a estranhos a contratar você, e sim despertar neles aquela “fagulha de paixão” que faça com que eles queiram te conhecer melhor em uma oportunidade futura;
  • Tenha sempre um cartão em mãos – Você não precisa ser um executivo para ter um cartão de visitas. Mesmo que você seja um estudante ou esteja desempregado no momento, é muito importante ter um cartão com seus dados de contato. Esse pequeno pedaço de papel tem a mesma função de um folheto de um produto que você gostou e pretender comprá-lo futuramente. Então, se depois de um “discurso de elevador” ou de venda pessoal bem-sucedida, entregue o seu cartão para que o seu cliente em potencial saiba onde encontrá-lo;
  • Ajude para ser ajudado – A melhor maneira de entrar no radar de um novo contato é mostrando o seu valor para ele. E a melhor forma de fazer isso é ajudando esse indivíduo a encontrar uma oportunidade através de alguém da sua rede de relacionamentos. Qualquer ajuda, por mais simples que possa parecer, já basta, pode ser a indicação de um médico, uma recomendação de uma agência de viagens ou uma sugestão de um restaurante;
  • Faça follow-up na sequência – Nem sempre aquela pessoa que você conheceu no evento tem a mesma atenção que você e acaba se esquecendo de fazer um novo contato, mesmo que ela tenha se interessado muito por você. Para não deixar que o contato inicial esfrie, convide-a para participar de uma rede social ou até para um café outro dia.


Por último e mais importante para que você seja bem-sucedido na ampliação da sua rede secundária é ter paixão autêntica por cada pessoa e pelo que ela pode agregar de valor à sua rede de relacionamentos. Apaixone-se pelo networking! Só assim você vai cultivar suas relações de forma consistente e duradoura.